Pelo Arcebispo IOSIF,
Metropolitano de Buenos Aires

“Παράδοξα σήμερον εἶδον τὰ ἔθνη πάντα ἐν πόλει Δαυΐδ…”
“Coisas estranhas viram todas as nações hoje na cidade de Davi…”

(Dos Hinos da Festa)

Hoje a Igreja celebra a grande festa de Pentecostes, durante a qual a Teotokos e os discípulos receberam de forma manifesta e sensivelmente revelada no “tipo” de línguas de fogo a promessa da “dom” prometida pelo Cristo-Messias antes de ascender à dimensão do Pai.

Hoje cumpre-se a promessa e a obra da “redenção” trinitária que, por sua vez, refere-se à “revelação”, não apenas como chave hermenêutica da articulação teológico-litúrgica desde o início do Triódion, mas como seu significado homólogo no âmbito da teologia ortodoxa. O motivo para a “revelação” de Cristo-Messias é ainda mais evidente após a grande Festa da Páscoa. Os domingos que antecedem o Pentecostes apresentam perícopes evangélicas das quais a chave hermenêutica comum é o dar-se a conhecer do Cristo-Messias, bem como a recepção dessa identidade por seus interlocutores. Em todos elas, o vínculo redenção-salvação e revelação-manifestação é claro (…)

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