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Daniel Ferreira de Abreu Daniel Ferreira de Abreu escreveu em 16 de julho de 2006 at 14:53
Sou católico romano e quero dizer que todos somos um em Cristo, judeus ou gregos, escravos ou livres. Amo a Santa Igreja Ortodoxa e, nós, católicos romanos, não seríamos Igreja sem o nosso outro pulmão que é a Santa Igreja Ortodoxa. Amados que visitam este Livro de Presença, não façam acepções ou julgamentos, porque um só é o Juiz e o Legislador. Preguem a paz, sejamos irmãos rezando uns pelos outros; a Igreja é e será uma só para sempre. Aos santos padres, bispos, diáconos e todo o povo de Deus, quero dizer que amo vocês e peço vossa bênção! Rezem por mim que estarei sempre rezando por vocês até o dia que o Senhor virá em sua glória. Amém. PS. Não temos na Província de São Carlos uma paróquia ortodoxa. Por favor, venham a nós! Que pela intercessão da Imaculada Mãe de Deus, o Senhor abençoe a todos! Amém. Daniel Ferreira de Abreu. E-mail: fratedanielararaquar@hotmail.com - Ibitinga - SP - Diocese de São Carlos
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COMENTÁRIO 808: Dias destes fiquei sabendo do grande interesse da igreja pela preservação do meio ambiente. Por isto estou enviando este pedido de ajuda a vocês. Somente entidades e pessoas com acesso a cúpula do poder poderão nos ajudar. Como deve ser do conhecimento de vocês o INCRA, órgão do governo federal responsável pela reforma agrária, marcou para o dia 25 de julho de 2006 a ocupação da Fazenda Vitória, na cidade de Apiaí, estado de São Paulo, Brasil, por um grupo do Movimento dos Sem Terra. O MST ocupa há dois anos o acostamento da SP-250 em frente a entrada principal da fazenda. Ocorre que a área da fazenda é um importante maciço florestal representante do Bioma Mata Atlântica, floresta esta ameaçada em todo o Brasil. A fazenda possui mais de 75 % de suas terras cobertas pelos remanescentes deste importante Bioma com todas as suas características próprias, ou seja, rica biodiversidade de flora e fauna, inclusive já foram avistados animais como antas, veados, catetos, tucanos, curicacas, esquilos, quatis, onça parda, tatus, entre outros. A fazenda possui também uma hidrologia importante, pois são mais de uma centena de rios, córregos e nascentes que abastecem duas grandes importantes bacias; a bacia do Ribeira e a bacia do Paranapanema. Estas mesmas águas são cabeceiras de rios importantes do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, como por exemplo o Rio Betary, e também dos rios Água Limpa e Apiaí Guaçu, que são rios que abastecem a cidade de Apiaí. Outras nascentes encontradas na fazenda abastecem rios que são fonte de água do município de Ribeirão Branco e de bairros mais distantes de Apiaí, como é o caso do bairro do Peão, Araçaíba. A Fazenda Vitória faz divisa com o Parque Natural Municipal do Morro do Ouro, unidade de conservação municipal com 500 hectares, onde se encontram remanescentes florestais do bioma Mata Atlântica ainda intocados, com as mesmas características descritas acima, inclusive com grande numero de nascentes. A fazenda se encontra dentro da APA de entorno do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, e segundo a resolução Conama 13/90 fica sujeita a legislação específica, tendo que inclusive obter do órgão responsável pela unidade autorização para o desenvolvimento de qualquer atividade. A fazenda encontra-se dentro do continuum da Mata Atlântica. A área da fazenda desta forma constitui junto com o Petar e o Morro do Ouro um importante maciço florestal que deve ser mantido intacto. Com esta breve descrição, desnecessário dizer que o local pretendido pelo MST para ocupação é de suma importância para a manutenção e equilíbrio da biodiversidade regional, para a qualidade de vida da região e importante do ponto de vista econômico, pois a região vem desenvolvendo o eco turismo como fonte de renda e inclusão social. Neste aspecto a prefeitura de Apiaí e Iporanga estão mais adiantadas, pois através de iniciativas dos prefeitos formalizaram parcerias com o Petar a fim de melhorar a infra estrutura de recepção, estão investindo na formação profissional dos profissionais ligados direta e indiretamente ao turismo por meio de cursos, melhorias na infra estrutura municipal, etc. Mas o que fica difícil é entender que mesmo com tantos indícios contrários a ocupação humana, o Incra esteja desrespeitando leis ambientais e laudos do governo do estado de São Paulo para promover a ocupação da área. Considerando os PTFs que constam nos processos DEPRN- SMA 84.699/2005 e DAIA-SMA 13.763/2004 que avaliam que o solo também é impróprio para agricultura, como se pretende então ocupar a fazenda para uso agrícola. Estes processos estão parados não se sabe onde, já recorremos a Diretoria do Petar em Apiaí e também ao DEPRN, mas sempre nos deparamos com algum obstáculo. O que pode estar acontecendo? Parece que alguma força política tem mexido seus pauzinhos a fim de agilizar o processo de ocupação. O capataz da fazenda já fez vários boletins de ocorrência de furto de boi, caça e derrubada de árvores, que segundo o administrador da fazenda vem sendo promovidos pelos membros do MST na policia local, e segundo ele nenhuma investigação foi conduzida, nada foi investigado. Sabemos que alguns políticos locais apóiam o movimento, mas será que a sua força é tão grande que estão conseguindo interferir até nos PTFs? Entre os ocupantes estão inclusive alguns estrangeiros, se não me engano chilenos. Será que também pretendem um pedaço de terra? Preocupa-me a situação que estamos vivendo. Aqui em Apiaí não estamos conseguindo nada nos meios políticos, nem por meio das policias e tampouco por meio da promotoria que alega não ter sido convocada para ser ouvida e que o processo corre na instancia federal, portanto fora de sua alçada. Não sabemos mais o que fazer, não temos a quem recorrer. Aqui nada se divulga contra o assentamento, é sabido que pessoas com propriedades rurais de alguns bairros como Água Limpa, Encapoeirado estão cadastrados para receber um pedaço de terra na fazenda. Preocupa-me a conseqüência desta ocupação, pois se o local é sabidamente impróprio para a lavoura, corre-se o risco de termos problemas sociais em um futuro muito próximo, corre-se o risco de termos uma degradação ambiental da área por conta do desmatamento e poluição do solo e dos rios. Preocupa-se a fraca estrutura dos órgãos de fiscalização ambiental da região, que sem efetivo e equipamentos adequados não conseguirão deter a degradação desta fazenda. Preocupa-me a possibilidade do Incra, ganhar a posse do terreno e no dia 25 de julho permitir a entrada dos membros do MST na fazenda, enquanto se faz o projeto de desmembramento, pois após a entrada quem ira garantir que o processo de derrubada da mata não se inicie. Alguns integrantes já visitaram o DEPRN de Apiaí, para se informar sobre a possibilidade de se derrubar 60 a 65% da mata da fazenda. Um outro fato interessante e que merece ser comentado é a situação atual da fazenda. A fazenda foi posta em leilão pelo banco detentor de suas terras. O leilão citava uma área de 13000 hectares, todo cercado, com benfeitorias. Desta forma o atual proprietário (Ademir), adquiriu a fazenda neste leilão, cujo pagamento deveria ser feito em 8 parcelas. O atual proprietário depois da posse do imóvel descobriu que a fazenda tinha na verdade pouco mais de 7000 hectares, pois o restante encontra-se em litígio (invasão). Assim sendo pediu uma revisão no valor do imóvel, que na época do leilão era de pouco ais de 5 milhões de reais, dos quais já havia pago quatro parcelas. O banco disse não saber nada sobre a invasão e protestou o Ademir que se negou a pagar o restante da divida. Mais tarde o banco entrou com uma reintegração de posse contra o Ademir, que recorreu e ganhou a posse do imóvel em tribunal em São Paulo. Hoje o Incra esta negociando com o Banco e com os posseiros, segundo o Ademir. Se não há posseiros segundo o banco, como pode o Incra negociar com eles? Portanto podemos observar que algo de estranho ocorre e se nada for feito corremos o risco de perdermos mais um grande pedaço do Bioma Mata Atlântica, lembrando que a área da fazenda representa mais ou menos 15% do total do município de Apiaí, e mais de 35 % da mata nativa de Apiaí. COMENTÁRIO 808: Dias destes fiquei sabendo do grande interesse da igreja pela preservação do meio ambiente. Por isto estou enviando este pedido de ajuda a vocês. Somente entidades e pessoas com acesso a cúpula do poder poderão nos ajudar. Como deve ser do conhecimento de vocês o INCRA, órgão do governo federal responsável pela reforma agrária, marcou para o dia 25 de julho de 2006 a ocupação da Fazenda Vitória, na cidade de Apiaí, estado de São Paulo, Brasil, por um grupo do Movimento dos Sem Terra. O MST ocupa há dois anos o acostamento da SP-250 em frente a entrada principal da fazenda. Ocorre que a área da fazenda é um importante maciço florestal representante do Bioma Mata Atlântica, floresta esta ameaçada em todo o Brasil. A fazenda possui mais de 75 % de suas terras cobertas pelos remanescentes deste importante Bioma com todas as suas características próprias, ou seja, rica biodiversidade de flora e fauna, inclusive já foram avistados animais como antas, veados, catetos, tucanos, curicacas, esquilos, quatis, onça parda, tatus, entre outros. A fazenda possui também uma hidrologia importante, pois são mais de uma centena de rios, córregos e nascentes que abastecem duas grandes importantes bacias; a bacia do Ribeira e a bacia do Paranapanema. Estas mesmas águas são cabeceiras de rios importantes do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, como por exemplo o Rio Betary, e também dos rios Água Limpa e Apiaí Guaçu, que são rios que abastecem a cidade de Apiaí. Outras nascentes encontradas na fazenda abastecem rios que são fonte de água do município de Ribeirão Branco e de bairros mais distantes de Apiaí, como é o caso do bairro do Peão, Araçaíba. A Fazenda Vitória faz divisa com o Parque Natural Municipal do Morro do Ouro, unidade de conservação municipal com 500 hectares, onde se encontram remanescentes florestais do bioma Mata Atlântica ainda intocados, com as mesmas características descritas acima, inclusive com grande numero de nascentes. A fazenda se encontra dentro da APA de entorno do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, e segundo a resolução Conama 13/90 fica sujeita a legislação específica, tendo que inclusive obter do órgão responsável pela unidade autorização para o desenvolvimento de qualquer atividade. A fazenda encontra-se dentro do continuum da Mata Atlântica. A área da fazenda desta forma constitui junto com o Petar e o Morro do Ouro um importante maciço florestal que deve ser mantido intacto. Com esta breve descrição, desnecessário dizer que o local pretendido pelo MST para ocupação é de suma importância para a manutenção e equilíbrio da biodiversidade regional, para a qualidade de vida da região e importante do ponto de vista econômico, pois a região vem desenvolvendo o eco turismo como fonte de renda e inclusão social. Neste aspecto a prefeitura de Apiaí e Iporanga estão mais adiantadas, pois através de iniciativas dos prefeitos formalizaram parcerias com o Petar a fim de melhorar a infra estrutura de recepção, estão investindo na formação profissional dos profissionais ligados direta e indiretamente ao turismo por meio de cursos, melhorias na infra estrutura municipal, etc. Mas o que fica difícil é entender que mesmo com tantos indícios contrários a ocupação humana, o Incra esteja desrespeitando leis ambientais e laudos do governo do estado de São Paulo para promover a ocupação da área. Considerando os PTFs que constam nos processos DEPRN- SMA 84.699/2005 e DAIA-SMA 13.763/2004 que avaliam que o solo também é impróprio para agricultura, como se pretende então ocupar a fazenda para uso agrícola. Estes processos estão parados não se sabe onde, já recorremos a Diretoria do Petar em Apiaí e também ao DEPRN, mas sempre nos deparamos com algum obstáculo. O que pode estar acontecendo? Parece que alguma força política tem mexido seus pauzinhos a fim de agilizar o processo de ocupação. O capataz da fazenda já fez vários boletins de ocorrência de furto de boi, caça e derrubada de árvores, que segundo o administrador da fazenda vem sendo promovidos pelos membros do MST na policia local, e segundo ele nenhuma investigação foi conduzida, nada foi investigado. Sabemos que alguns políticos locais apóiam o movimento, mas será que a sua força é tão grande que estão conseguindo interferir até nos PTFs? Entre os ocupantes estão inclusive alguns estrangeiros, se não me engano chilenos. Será que também pretendem um pedaço de terra? Preocupa-me a situação que estamos vivendo. Aqui em Apiaí não estamos conseguindo nada nos meios políticos, nem por meio das policias e tampouco por meio da promotoria que alega não ter sido convocada para ser ouvida e que o processo corre na instancia federal, portanto fora de sua alçada. Não sabemos mais o que fazer, não temos a quem recorrer. Aqui nada se divulga contra o assentamento, é sabido que pessoas com propriedades rurais de alguns bairros como Água Limpa, Encapoeirado estão cadastrados para receber um pedaço de terra na fazenda. Preocupa-me a conseqüência desta ocupação, pois se o local é sabidamente impróprio para a lavoura, corre-se o risco de termos problemas sociais em um futuro muito próximo, corre-se o risco de termos uma degradação ambiental da área por conta do desmatamento e poluição do solo e dos rios. Preocupa-se a fraca estrutura dos órgãos de fiscalização ambiental da região, que sem efetivo e equipamentos adequados não conseguirão deter a degradação desta fazenda. Preocupa-me a possibilidade do Incra, ganhar a posse do terreno e no dia 25 de julho permitir a entrada dos membros do MST na fazenda, enquanto se faz o projeto de desmembramento, pois após a entrada quem ira garantir que o processo de derrubada da mata não se inicie. Alguns integrantes já visitaram o DEPRN de Apiaí, para se informar sobre a possibilidade de se derrubar 60 a 65% da mata da fazenda. Um outro fato interessante e que merece ser comentado é a situação atual da fazenda. A fazenda foi posta em leilão pelo banco detentor de suas terras. O leilão citava uma área de 13000 hectares, todo cercado, com benfeitorias. Desta forma o atual proprietário (Ademir), adquiriu a fazenda neste leilão, cujo pagamento deveria ser feito em 8 parcelas. O atual proprietário depois da posse do imóvel descobriu que a fazenda tinha na verdade pouco mais de 7000 hectares, pois o restante encontra-se em litígio (invasão). Assim sendo pediu uma revisão no valor do imóvel, que na época do leilão era de pouco ais de 5 milhões de reais, dos quais já havia pago quatro parcelas. O banco disse não saber nada sobre a invasão e protestou o Ademir que se negou a pagar o restante da divida. Mais tarde o banco entrou com uma reintegração de posse contra o Ademir, que recorreu e ganhou a posse do imóvel em tribunal em São Paulo. Hoje o Incra esta negociando com o Banco e com os posseiros, segundo o Ademir. Se não há posseiros segundo o banco, como pode o Incra negociar com eles? Portanto podemos observar que algo de estranho ocorre e se nada for feito corremos o risco de perdermos mais um grande pedaço do Bioma Mata Atlântica, lembrando que a área da fazenda representa mais ou menos 15% do total do município de Apiaí, e mais de 35 % da mata nativa de Apiaí. escreveu em 15 de julho de 2006 at 08:10
Dias destes fiquei sabendo do grande interesse da igreja pela preservação do meio ambiente. Por isto estou enviando este pedido de ajuda a vocês. Somente entidades e pessoas com acesso a cúpula do poder poderão nos ajudar. Como deve ser do conhecimento de vocês o INCRA, órgão do governo federal responsável pela reforma agrária, marcou para o dia 25 de julho de 2006 a ocupação da Fazenda Vitória, na cidade de Apiaí, estado de São Paulo, Brasil, por um grupo do Movimento dos Sem Terra. O MST ocupa há dois anos o acostamento da SP-250 em frente a entrada principal da fazenda. Ocorre que a área da fazenda é um importante maciço florestal representante do Bioma Mata Atlântica, floresta esta ameaçada em todo o Brasil. A fazenda possui mais de 75 % de suas terras cobertas pelos remanescentes deste importante Bioma com todas as suas características próprias, ou seja, rica biodiversidade de flora e fauna, inclusive já foram avistados animais como antas, veados, catetos, tucanos, curicacas, esquilos, quatis, onça parda, tatus, entre outros. A fazenda possui também uma hidrologia importante, pois são mais de uma centena de rios, córregos e nascentes que abastecem duas grandes importantes bacias; a bacia do Ribeira e a bacia do Paranapanema. Estas mesmas águas são cabeceiras de rios importantes do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, como por exemplo o Rio Betary, e também dos rios Água Limpa e Apiaí Guaçu, que são rios que abastecem a cidade de Apiaí. Outras nascentes encontradas na fazenda abastecem rios que são fonte de água do município de Ribeirão Branco e de bairros mais distantes de Apiaí, como é o caso do bairro do Peão, Araçaíba. A Fazenda Vitória faz divisa com o Parque Natural Municipal do Morro do Ouro, unidade de conservação municipal com 500 hectares, onde se encontram remanescentes florestais do bioma Mata Atlântica ainda intocados, com as mesmas características descritas acima, inclusive com grande numero de nascentes. A fazenda se encontra dentro da APA de entorno do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, e segundo a resolução Conama 13/90 fica sujeita a legislação específica, tendo que inclusive obter do órgão responsável pela unidade autorização para o desenvolvimento de qualquer atividade. A fazenda encontra-se dentro do continuum da Mata Atlântica. A área da fazenda desta forma constitui junto com o Petar e o Morro do Ouro um importante maciço florestal que deve ser mantido intacto. Com esta breve descrição, desnecessário dizer que o local pretendido pelo MST para ocupação é de suma importância para a manutenção e equilíbrio da biodiversidade regional, para a qualidade de vida da região e importante do ponto de vista econômico, pois a região vem desenvolvendo o eco turismo como fonte de renda e inclusão social. Neste aspecto a prefeitura de Apiaí e Iporanga estão mais adiantadas, pois através de iniciativas dos prefeitos formalizaram parcerias com o Petar a fim de melhorar a infra estrutura de recepção, estãoinvestindo na formação profissional dos profissionais ligados direta e indiretamente ao turismo por meio de cursos, melhorias na infra estrutura municipal, etc. Mas o que fica difícil é entender que mesmo com tantos indícios contrários a ocupação humana, o Incra esteja desrespeitando leis ambientais e laudos do governo do estado de São Paulo para promover a ocupação da área. Considerando os PTFs que constam nos processos DEPRN- SMA 84.699/2005 e DAIA-SMA 13.763/2004 que avaliam que o solo também é impróprio para agricultura, como se pretende então ocupar a fazenda para uso agrícola. Estes processos estão parados não se sabe onde, já recorremos a Diretoria do Petar em Apiaí e também ao DEPRN, mas sempre nos deparamos com algum obstáculo. O que pode estar acontecendo? Parece que alguma força política tem mexido seus pauzinhos a fim de agilizar o processo de ocupação. O capataz da fazenda já fez vários boletins de ocorrência de furto de boi, caça e derrubada de árvores, que segundo o administrador da fazenda vem sendo promovidos pelos membros do MST na policia local, e segundo ele nenhuma investigação foi conduzida, nada foi investigado. Sabemos que alguns políticos locais apóiam o movimento, mas será que a sua força é tão grande que estão conseguindo interferir até nos PTFs? Entre os ocupantes estão inclusive alguns estrangeiros, se não me engano chilenos. Será que também pretendem um pedaço de terra? Preocupa-me a situação que estamos vivendo. Aqui em Apiaí não estamos conseguindo nada nos meios políticos, nem por meio das policias e tampouco por meio da promotoria que alega não ter sido convocada para ser ouvida e que o processo corre na instancia federal, portanto fora de sua alçada. Não sabemos mais o que fazer, não temos a quem recorrer. Aqui nada se divulga contra o assentamento, é sabido que pessoas com propriedades rurais de alguns bairros como Água Limpa, Encapoeirado estão cadastrados para receber um pedaço de terra na fazenda. Preocupa-me a conseqüência desta ocupação, pois se o local é sabidamente impróprio para a lavoura, corre-se o risco de termos problemas sociais em um futuro muito próximo, corre-se o risco de termos uma degradação ambiental da área por conta do desmatamento e poluição do solo e dos rios. Preocupa-se a fraca estrutura dos órgãos de fiscalização ambiental da região, que sem efetivo e equipamentos adequados não conseguirão deter a degradação desta fazenda. Preocupa-me a possibilidade do Incra, ganhar a posse do terreno e no dia 25 de julho permitir a entrada dos membros do MST na fazenda, enquanto se faz o projeto de desmembramento, pois após a entrada quem ira garantir que o processo de derrubada da mata não se inicie. Alguns integrantes já visitaram o DEPRN de Apiaí, para se informar sobre a possibilidade de se derrubar 60 a 65% da mata da fazenda. Um outro fato interessante e que merece ser comentado é a situação atual da fazenda. A fazenda foi posta em leilão pelo banco detentor de suas terras. O leilão citava uma área de 13000 hectares, todo cercado, com benfeitorias. Desta forma o atual proprietário (Ademir), adquiriu a fazenda neste leilão, cujo pagamento deveria ser feito em 8 parcelas. O atual proprietário depois da posse do imóvel descobriu que a fazenda tinha na verdade pouco mais de 7000 hectares, pois o restante encontra-se em litígio (invasão). Assim sendo pediu uma revisão no valor do imóvel, que na época do leilão era de pouco ais de 5 milhões de reais, dos quais já havia pago quatro parcelas. O banco disse não saber nada sobre a invasão eprotestou o Ademir que se negou a pagar o restante da divida. Mais tarde o banco entrou com uma reintegração de posse contra o Ademir, que recorreu e ganhou a posse do imóvel em tribunal em São Paulo. Hoje o Incra esta negociando com o Banco e com os posseiros, segundo o Ademir. Se não há posseiros segundo o banco, como pode o Incra negociar com eles? Portanto podemos observar que algo de estranho ocorre e se nada for feito corremos o risco de perdermos mais um grande pedaço do Bioma Mata Atlântica, lembrando que a área da fazenda representa mais ou menos 15% do total do município de Apiaí, e mais de 35 % da mata nativa de Apiaí.
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Rev. Edson Cortasio Sardinha Rev. Edson Cortasio Sardinha escreveu em 13 de julho de 2006 at 11:33
A História da Igreja revela o cuidado carinhoso de Deus em Cristo em guardar e proteger sua Igreja. A Igreja Ortodoxa é um dos ramos mais bonitos e interessantes da Igreja de Cristo. Parabéns por sua doutrina eHistória. Rev. Edson Cortasio Sardinha - Pastor Metodista - Região Amazônica - Brasil.
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COMENTÁRIO 806: Sou seminarista católico romano, estou encantado com a beleza dos ícones e da liturgia ortodoxa! Realmente muito lindo, convidam à oração!! COMENTÁRIO 806: Sou seminarista católico romano, estou encantado com a beleza dos ícones e da liturgia ortodoxa! Realmente muito lindo, convidam à oração!! escreveu em 12 de julho de 2006 at 21:08
Sou seminarista católico romano, estou encantado com a beleza dos ícones e da liturgia ortodoxa! Realmente muito lindo, convidam à oração!!
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Marcelo Menna Marcelo Menna escreveu em 12 de julho de 2006 at 12:30
Sou professor de filo e católico romano. Confesso que nunca vi tanta beleza e delicadeza nas expressões da Santa Mãe de Deus nesses ícones. Ainda não havia prestado atenção nos ícones, exceto naqueles mais comuns ou mostrados pelas editoras e livros de arte. São verdadeiros carinhos demonstrados com uma beleza sem igual. Marcelo. marcelomenna@zipmail.com.br
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COMENTÁRIO 804: Gosto de todas as igrejas ortodoxas, independente de país, e da própria romana, pois exalam a verdade sobre Cristo e sua história majestosa, sua Mãe e nossa, a Virgem Maria, os Santos Apóstolos etc., professam a mesma fé e o amor ao patriarcado ou papado! Marcos Briccius (católico romano e 1/2 ecumênico) m.briccius@hotmail.com COMENTÁRIO 804: Gosto de todas as igrejas ortodoxas, independente de país, e da própria romana, pois exalam a verdade sobre Cristo e sua história majestosa, sua Mãe e nossa, a Virgem Maria, os Santos Apóstolos etc., professam a mesma fé e o amor ao patriarcado ou papado! Marcos Briccius (católico romano e 1/2 ecumênico) m.briccius@hotmail.com escreveu em 12 de julho de 2006 at 04:56
Gosto de todas as igrejas ortodoxas, independente de país, e da própria romana, pois exalam a verdade sobre Cristo e sua história majestosa, sua Mãe e nossa, a Virgem Maria, os Santos Apóstolos etc., professam a mesma fé e o amor ao patriarcado ou papado! Marcos Briccius (católico romano e 1/2 ecumênico) m.briccius@hotmail.com
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Juliane W.Bezerra Juliane W.Bezerra escreveu em 11 de julho de 2006 at 15:20
Gosto desta Igreja, pois o meu melhor amigo é Padre Lukas da Igreja Ortodoxa na Paraíba. Juliane W.Bezerra jwbezerra@bol.com.br
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COMENTÁRIO 802: Àqueles que atacam a Igreja de Cristo ensinando que a Igreja de Cristo está dividida nos chamados "ramos" que diferem em doutrina e modo de vida, ou que a Igreja não existe visivelmente; mas irá ser formada no futuro quando todos os "ramos", seitas ou denominações, e mesmo as religiões estão reunidas num único corpo, e não distinguem o sacerdócio e mistérios da Igreja daqueles dos heréticos; mas dizem que o batismo e a eucaristia dos heréticos são efetivos para a salvação; portanto; a estes que sabendo tem comunhão com os hereges acima mencionados ou que advogam- na, ou defendem sua nova heresia do Ecumenismo sob o pretexto de amor fraternal ou de suposta unificação dos cristãos separados, Anátema! COMENTÁRIO 802: Àqueles que atacam a Igreja de Cristo ensinando que a Igreja de Cristo está dividida nos chamados "ramos" que diferem em doutrina e modo de vida, ou que a Igreja não existe visivelmente; mas irá ser formada no futuro quando todos os "ramos", seitas ou denominações, e mesmo as religiões estão reunidas num único corpo, e não distinguem o sacerdócio e mistérios da Igreja daqueles dos heréticos; mas dizem que o batismo e a eucaristia dos heréticos são efetivos para a salvação; portanto; a estes que sabendo tem comunhão com os hereges acima mencionados ou que advogam- na, ou defendem sua nova heresia do Ecumenismo sob o pretexto de amor fraternal ou de suposta unificação dos cristãos separados, Anátema! escreveu em 11 de julho de 2006 at 12:44
Àqueles que atacam a Igreja de Cristo ensinando que a Igreja de Cristo está dividida nos chamados "ramos" que diferem em doutrina e modo de vida, ou que a Igreja não existe visivelmente; mas irá ser formada no futuro quando todos os "ramos", seitas ou denominações, e mesmo as religiões estão reunidas num único corpo, e não distinguem o sacerdócio e mistérios da Igreja daqueles dos heréticos; mas dizem que o batismo e a eucaristia dos heréticos são efetivos para a salvação; portanto; a estes que sabendo tem comunhão com os hereges acima mencionados ou que advogam- na, ou defendem sua nova heresia do Ecumenismo sob o pretexto de amor fraternal ou de suposta unificação dos cristãos separados, Anátema!
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COMENTÁRIO 801: O autor das mensagens anti-ecumenismo acima está a dizer que Jesus Cristo existe por causa da igreja, e não o contrário. Melhor mesmo, então, é enterrar o Evangelho para salvar a igreja, não é mesmo irmão? Este Jesus Cristo continua tão incômodo! COMENTÁRIO 801: O autor das mensagens anti-ecumenismo acima está a dizer que Jesus Cristo existe por causa da igreja, e não o contrário. Melhor mesmo, então, é enterrar o Evangelho para salvar a igreja, não é mesmo irmão? Este Jesus Cristo continua tão incômodo! escreveu em 10 de julho de 2006 at 13:28
O autor das mensagens anti-ecumenismo acima está a dizer que Jesus Cristo existe por causa da igreja, e não o contrário. Melhor mesmo, então, é enterrar o Evangelho para salvar a igreja, não é mesmo irmão? Este Jesus Cristo continua tão incômodo!
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COMENTÁRIO 800: Nenhuma união da Igreja Romana conosco é possível sem que Roma renuncie todas suas doutrinas inovadoras, e nenhuma oração em comunhão pode ser restaurada sem a decisão de todas as igrejas COMENTÁRIO 800: Nenhuma união da Igreja Romana conosco é possível sem que Roma renuncie todas suas doutrinas inovadoras, e nenhuma oração em comunhão pode ser restaurada sem a decisão de todas as igrejas escreveu em 10 de julho de 2006 at 12:57
Nenhuma união da Igreja Romana conosco é possível sem que Roma renuncie todas suas doutrinas inovadoras, e nenhuma oração em comunhão pode ser restaurada sem a decisão de todas as igrejas
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COMENTÁRIO 799: Que Deus tenha misericórdia de certos "cristãos" que continuam semeando a discórdia e a divisão, colocando-se acima do próprio Cristo, ousando emitir juízos como se fossem Deus. Bem sabemos quem é a fonte de toda divisão, de onde procede este mal que tantos estragos tem causado à Igreja de Cristo. Que Deus tenha misericórdia. Unidade! Unidade! Unidade! Há ninguém é dado o direito de semear o ódio! COMENTÁRIO 799: Que Deus tenha misericórdia de certos "cristãos" que continuam semeando a discórdia e a divisão, colocando-se acima do próprio Cristo, ousando emitir juízos como se fossem Deus. Bem sabemos quem é a fonte de toda divisão, de onde procede este mal que tantos estragos tem causado à Igreja de Cristo. Que Deus tenha misericórdia. Unidade! Unidade! Unidade! Há ninguém é dado o direito de semear o ódio! escreveu em 10 de julho de 2006 at 12:35
Que Deus tenha misericórdia de certos "cristãos" que continuam semeando a discórdia e a divisão, colocando-se acima do próprio Cristo, ousando emitir juízos como se fossem Deus. Bem sabemos quem é a fonte de toda divisão, de onde procede este mal que tantos estragos tem causado à Igreja de Cristo. Que Deus tenha misericórdia. Unidade! Unidade! Unidade! Há ninguém é dado o direito de semear o ódio!
Aguarde, por favor...
COMENTÁRIO 798: Aniversário de quatrocentos anos da vergonhosa “União” de Brest-Litovsk, em que a pressão política, econômica e militar causou sofrimento a milhões de Cristãos Ortodoxos que viviam no lado Ocidental da Rússia, Bielorrússia e Ucrânia, forçados a aceitar a falsa união com Roma. Um dos principais participantes deste violento e depravado movimento era um Bispo Ortodoxo apóstata (um de muitos, infelizmente) que se chamava Josafá Kontzevich. Não é necessário recorrer à polêmica para falar mal de Josafá Kontzevich. Sua linguagem vil, sua deslealdade, seu amor à glória e ao poder mundano e seu reconhecimento, suas violentas campanhas contra a Ortodoxia – estes fatos da história falam por nós. É surpreendente como Roma elegeu a “canonização” deste “Hitler” da religião do Oriente, como alguns historiadores Ocidentais o chamam, elevando ao estado de santo um homem que fomentou e encorajou a violência, que matava em nome da unidade da Igreja. Considerando a magnitude da brutalidade e insanidade de Josafá e sua insana intolerância, parece prudente para nós, neste aniversário da lamentável união forçada de Brest-Litovsk, olhar esta principal figura da história do Oriente Europeu. Josafá, Bispo Uniata de Polotsky e fundador da Ordem Uniata Basiliana, foi mais do que um apóstata. Foi o maior praticante da “psicologia do terror”. Ele não foi o primeiro a empregar as práticas da psicologia do terror. E nem foi o último. Os antigos Assírios, como dizem, usavam sistematicamente a intimidação para subjugar os habitantes de seu império e seu fim foi celebrado no Velho Testamento pelo profeta Naum (Naum 3,18-19). E nos tempos modernos, regimes comunistas da Europa Oriental (alguns felizmente morreram) e da China também conhecem muito bem as táticas da psicologia do terror. Mas Josafá é único, pois é o único terrorista da história que ganhou a coroa da beatificação, pois os outros déspotas ganharam apenas blasfêmias intermináveis. A campanha de terror de Josafá foi planejada e executada por apenas um propósito: desencorajar e evitar que os Cristãos Ortodoxos praticassem sua antiga fé. A partir do momento que o povo Ortodoxo não seguia mais seus Bispos, um punhado de padres, e a nobreza apóstata, Josafá e seus seguidores apóstatas escolherem conscientemente utilizar seus métodos violentos. Eles faziam isso para criar entre os fiéis Ortodoxos um sentimento de desespero e fraqueza, assim como o Marechal Petain fez séculos depois, Josafá quis impor uma religião artificial, uma teocracia na qual ele seria o administrador. Religiosos foram forçados a abandonar suas Igrejas, muitos partiram somente pelas espadas sangrentas. Por exemplo, quando os ortodoxos montavam barracas para orar, Josafá encorajava seus bandoleiros a interromper seus serviços, atear fogo nas barracas e agredir o clero e os fiéis. E com a ajuda das autoridades civis latinas, Josafá cuidou para que os padres Ortodoxos fossem exilados e para que nenhum Bispo Ortodoxo fosse consagrado. Seu programa derrubou violentamente toda resistência contra a “União” de Brest, e deixou os Ortodoxos incapazes de protestar contra a dominação Papal e a perda da fé. Para concluir, as táticas de terror de Josafá não tiveram mais sucesso que as de outros déspotas degenerados. Por seus crimes contra a humanidade, este grande apóstata venenoso e pervertido foi espancado e apedrejado por fiéis furiosos, despachado para receber sua justa recompensa em 1623. Sua brutalidade recebeu desprezo até do Chanceler católico romano da Lituânia. Além disso, os fiéis Ortodoxos nunca aceitaram realmente a Unia ou os bispos apóstatas do mesmo tipo que Josafá, apesar de seus esforços covardes para ganhar tal reconhecimento, eles nunca tiveram o mesmo reconhecimento que seus conterrâneos latinos. No fim, milhares de Ortodoxos voltaram à Fé quando algumas mudanças ocorreram no século XIX, assim como muitos católicos gregos na América abraçaram a Ortodoxia após a chegada do Novo Mártir Tikhon, na época líder das Igrejas Russas no Novo Mundo. A ideia da Unia como uma ponte entre a Ortodoxia e Roma morreu com Josafá e seu testemunho violento e vulgar. Seu espírito continua vivo nos esforços dos ecumenistas latinos em reduzir a Ortodoxia a uma “filial” Oriental da Igreja latina, ou no espírito de ecumenistas Ortodoxos que desejam sujar a Fé Ortodoxa com uma falsa união com Roma, mas entre os de consciência Ortodoxa, Josafá demonstra claramente “algo podre no ecumenismo”, cujo acordos de uniões que enfraquecem os fiéis no final das contas não obtém sucesso – até mesmo seus advogados o deram uma suposta coroa de santidade com pingos do sangue dos mártires. Os Ortodoxos ecumenistas modernos devem olhar para este homem terrível e desprezível e seu futuro. A força militar Polonesa e Lituana não foi capaz de ajudar esta traição a sobreviver. Os esforços hercúleos dos ecumenistas atuais consiste em continuar este legado igualmente infame e vergonhoso em que caíram. E caso sangue escorra de sua coroa, a hipocrisia irá fluir dos malévolos louros que eles esperam conquistar cortejando, em nome da Fé, aqueles que foram seus inimigos. COMENTÁRIO 798: Aniversário de quatrocentos anos da vergonhosa “União” de Brest-Litovsk, em que a pressão política, econômica e militar causou sofrimento a milhões de Cristãos Ortodoxos que viviam no lado Ocidental da Rússia, Bielorrússia e Ucrânia, forçados a aceitar a falsa união com Roma. Um dos principais participantes deste violento e depravado movimento era um Bispo Ortodoxo apóstata (um de muitos, infelizmente) que se chamava Josafá Kontzevich. Não é necessário recorrer à polêmica para falar mal de Josafá Kontzevich. Sua linguagem vil, sua deslealdade, seu amor à glória e ao poder mundano e seu reconhecimento, suas violentas campanhas contra a Ortodoxia – estes fatos da história falam por nós. É surpreendente como Roma elegeu a “canonização” deste “Hitler” da religião do Oriente, como alguns historiadores Ocidentais o chamam, elevando ao estado de santo um homem que fomentou e encorajou a violência, que matava em nome da unidade da Igreja. Considerando a magnitude da brutalidade e insanidade de Josafá e sua insana intolerância, parece prudente para nós, neste aniversário da lamentável união forçada de Brest-Litovsk, olhar esta principal figura da história do Oriente Europeu. Josafá, Bispo Uniata de Polotsky e fundador da Ordem Uniata Basiliana, foi mais do que um apóstata. Foi o maior praticante da “psicologia do terror”. Ele não foi o primeiro a empregar as práticas da psicologia do terror. E nem foi o último. Os antigos Assírios, como dizem, usavam sistematicamente a intimidação para subjugar os habitantes de seu império e seu fim foi celebrado no Velho Testamento pelo profeta Naum (Naum 3,18-19). E nos tempos modernos, regimes comunistas da Europa Oriental (alguns felizmente morreram) e da China também conhecem muito bem as táticas da psicologia do terror. Mas Josafá é único, pois é o único terrorista da história que ganhou a coroa da beatificação, pois os outros déspotas ganharam apenas blasfêmias intermináveis. A campanha de terror de Josafá foi planejada e executada por apenas um propósito: desencorajar e evitar que os Cristãos Ortodoxos praticassem sua antiga fé. A partir do momento que o povo Ortodoxo não seguia mais seus Bispos, um punhado de padres, e a nobreza apóstata, Josafá e seus seguidores apóstatas escolherem conscientemente utilizar seus métodos violentos. Eles faziam isso para criar entre os fiéis Ortodoxos um sentimento de desespero e fraqueza, assim como o Marechal Petain fez séculos depois, Josafá quis impor uma religião artificial, uma teocracia na qual ele seria o administrador. Religiosos foram forçados a abandonar suas Igrejas, muitos partiram somente pelas espadas sangrentas. Por exemplo, quando os ortodoxos montavam barracas para orar, Josafá encorajava seus bandoleiros a interromper seus serviços, atear fogo nas barracas e agredir o clero e os fiéis. E com a ajuda das autoridades civis latinas, Josafá cuidou para que os padres Ortodoxos fossem exilados e para que nenhum Bispo Ortodoxo fosse consagrado. Seu programa derrubou violentamente toda resistência contra a “União” de Brest, e deixou os Ortodoxos incapazes de protestar contra a dominação Papal e a perda da fé. Para concluir, as táticas de terror de Josafá não tiveram mais sucesso que as de outros déspotas degenerados. Por seus crimes contra a humanidade, este grande apóstata venenoso e pervertido foi espancado e apedrejado por fiéis furiosos, despachado para receber sua justa recompensa em 1623. Sua brutalidade recebeu desprezo até do Chanceler católico romano da Lituânia. Além disso, os fiéis Ortodoxos nunca aceitaram realmente a Unia ou os bispos apóstatas do mesmo tipo que Josafá, apesar de seus esforços covardes para ganhar tal reconhecimento, eles nunca tiveram o mesmo reconhecimento que seus conterrâneos latinos. No fim, milhares de Ortodoxos voltaram à Fé quando algumas mudanças ocorreram no século XIX, assim como muitos católicos gregos na América abraçaram a Ortodoxia após a chegada do Novo Mártir Tikhon, na época líder das Igrejas Russas no Novo Mundo. A ideia da Unia como uma ponte entre a Ortodoxia e Roma morreu com Josafá e seu testemunho violento e vulgar. Seu espírito continua vivo nos esforços dos ecumenistas latinos em reduzir a Ortodoxia a uma “filial” Oriental da Igreja latina, ou no espírito de ecumenistas Ortodoxos que desejam sujar a Fé Ortodoxa com uma falsa união com Roma, mas entre os de consciência Ortodoxa, Josafá demonstra claramente “algo podre no ecumenismo”, cujo acordos de uniões que enfraquecem os fiéis no final das contas não obtém sucesso – até mesmo seus advogados o deram uma suposta coroa de santidade com pingos do sangue dos mártires. Os Ortodoxos ecumenistas modernos devem olhar para este homem terrível e desprezível e seu futuro. A força militar Polonesa e Lituana não foi capaz de ajudar esta traição a sobreviver. Os esforços hercúleos dos ecumenistas atuais consiste em continuar este legado igualmente infame e vergonhoso em que caíram. E caso sangue escorra de sua coroa, a hipocrisia irá fluir dos malévolos louros que eles esperam conquistar cortejando, em nome da Fé, aqueles que foram seus inimigos. escreveu em 9 de julho de 2006 at 10:46
Aniversário de quatrocentos anos da vergonhosa “União” de Brest-Litovsk, em que a pressão política, econômica e militar causou sofrimento a milhões de Cristãos Ortodoxos que viviam no lado Ocidental da Rússia, Bielorrússia e Ucrânia, forçados a aceitar a falsa união com Roma. Um dos principais participantes deste violento e depravado movimento era um Bispo Ortodoxo apóstata (um de muitos, infelizmente) que se chamava Josafá Kontzevich. Não é necessário recorrer à polêmica para falar mal de Josafá Kontzevich. Sua linguagem vil, sua deslealdade, seu amor à glória e ao poder mundano e seu reconhecimento, suas violentas campanhas contra a Ortodoxia – estes fatos da história falam por nós. É surpreendente como Roma elegeu a “canonização” deste “Hitler” da religião do Oriente, como alguns historiadores Ocidentais o chamam, elevando ao estado de santo um homem que fomentou e encorajou a violência, que matava em nome da unidade da Igreja. Considerando a magnitude da brutalidade e insanidade de Josafá e sua insana intolerância, parece prudente para nós, neste aniversário da lamentável união forçada de Brest-Litovsk, olhar esta principal figura da história do Oriente Europeu. Josafá, Bispo Uniata de Polotsky e fundador da Ordem Uniata Basiliana, foi mais do que um apóstata. Foi o maior praticante da “psicologia do terror”. Ele não foi o primeiro a empregar as práticas da psicologia do terror. E nem foi o último. Os antigos Assírios, como dizem, usavam sistematicamente a intimidação para subjugar os habitantes de seu império e seu fim foi celebrado no Velho Testamento pelo profeta Naum (Naum 3,18-19). E nos tempos modernos, regimes comunistas da Europa Oriental (alguns felizmente morreram) e da China também conhecem muito bem as táticas da psicologia do terror. Mas Josafá é único, pois é o únicoterrorista da história que ganhou a coroa da beatificação, pois os outros déspotas ganharam apenas blasfêmias intermináveis. A campanha de terror de Josafá foi planejada e executada por apenas um propósito: desencorajar e evitar que os Cristãos Ortodoxos praticassem sua antiga fé. A partir do momento que o povo Ortodoxo não seguia mais seus Bispos, um punhado de padres, e a nobreza apóstata, Josafá e seus seguidores apóstatas escolherem conscientemente utilizar seus métodos violentos. Eles faziam isso para criar entre os fiéis Ortodoxos um sentimento de desespero e fraqueza, assim como o Marechal Petain fez séculos depois, Josafá quis impor uma religião artificial, uma teocracia na qual ele seria o administrador. Religiosos foram forçados a abandonar suas Igrejas, muitos partiram somente pelas espadas sangrentas. Por exemplo, quando os ortodoxos montavam barracas para orar, Josafá encorajava seus bandoleiros a interromper seus serviços, atear fogo nas barracas e agredir o clero e os fiéis. E com a ajuda das autoridades civis latinas, Josafá cuidou para que os padres Ortodoxos fossem exilados e para que nenhum Bispo Ortodoxo fosse consagrado. Seu programa derrubou violentamente toda resistência contra a “União” de Brest, e deixou os Ortodoxos incapazes de protestar contra a dominação Papal e a perda da fé. Para concluir, as táticas de terror de Josafá não tiveram mais sucesso que as de outros déspotas degenerados. Por seus crimes contra a humanidade, este grande apóstata venenoso e pervertido foi espancado e apedrejado por fiéis furiosos, despachado para receber sua justa recompensa em 1623. Sua brutalidade recebeu desprezo até do Chanceler católico romano da Lituânia. Além disso, os fiéis Ortodoxos nunca aceitaram realmente a Unia ou os bispos apóstatas do mesmo tipo que Josafá, apesar de seus esforços covardes para ganhar tal reconhecimento, eles nunca tiveram o mesmo reconhecimento que seus conterrâneos latinos. No fim, milhares de Ortodoxos voltaram à Fé quando algumas mudanças ocorreram no século XIX, assim como muitos católicos gregos na América abraçaram a Ortodoxia após a chegada do Novo Mártir Tikhon, na época líder das Igrejas Russas no Novo Mundo. A ideia da Unia como uma ponte entre a Ortodoxia e Roma morreu com Josafá e seu testemunho violento e vulgar. Seu espírito continua vivo nos esforços dos ecumenistas latinos em reduzir a Ortodoxia a uma “filial” Oriental da Igreja latina, ou no espírito de ecumenistas Ortodoxos que desejam sujar a Fé Ortodoxa com uma falsa união com Roma, mas entre os de consciência Ortodoxa, Josafá demonstra claramente “algo podre no ecumenismo”, cujo acordos de uniões que enfraquecem os fiéis no final das contas não obtém sucesso – até mesmo seus advogados o deram uma suposta coroa de santidade com pingos do sangue dos mártires. Os Ortodoxos ecumenistas modernos devem olhar para este homem terrível e desprezível e seu futuro. A força militar Polonesa e Lituana não foi capaz de ajudar esta traição a sobreviver. Os esforços hercúleos dos ecumenistas atuais consiste em continuar este legado igualmente infame e vergonhoso em que caíram. E caso sangue escorra de sua coroa, a hipocrisia irá fluir dos malévolos louros que eles esperam conquistar cortejando, em nome da Fé, aqueles que foram seus inimigos.
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Carlos Vinícius Carlos Vinícius escreveu em 8 de julho de 2006 at 15:21
Graça e Paz da Parte de Nosso Senhor Jesus Cristo! Sou Católico Romano, mas antes de tudo Cristão. As Igrejas de Roma e de Constantinopla pertencem ao mesmo tronco apostólico, fieis ao mesmo Senhor e a praticamente a mesma Tradição. O que as separam são questões políticas e culturais, que nada interferem na ortodoxia de ambas as Igrejas. Clamo ao Senhor Nosso Deus que una novamente este Manto Sagrado que é a Igreja Una Santa Católica e Apostólica. E que Oriente e Ocidente bebam novamente do mesmo Cálice formando um só corpo uma só Igreja na diversidade de dons. Amém Carlos Vinícius. (kwyny80@yahoo.com.br )
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COMENTÁRIO 796: É um dos melhores sites na matéria que conheço. Esclarece fatos sobre a Igreja do Oriente que são desconhecidos pelos cristãos ocidentais. COMENTÁRIO 796: É um dos melhores sites na matéria que conheço. Esclarece fatos sobre a Igreja do Oriente que são desconhecidos pelos cristãos ocidentais. escreveu em 7 de julho de 2006 at 14:03
É um dos melhores sites na matéria que conheço. Esclarece fatos sobre a Igreja do Oriente que são desconhecidos pelos cristãos ocidentais.
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Maestro Urbano Medeiros Maestro Urbano Medeiros escreveu em 6 de julho de 2006 at 15:35
Estou há muito tempo com problemas de saúde! Saibam todos que ofereço meus sofrimentos pela Unidade de todos os cristãos, como fez a irmã Maria Gabriella Sagheddu. Abraços e orações. Maestro Urbano Medeiros - Minas Gerais
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Rodrigo Rodrigo escreveu em 5 de julho de 2006 at 18:35
Muito legal, queria saber o que significa a palavra iubi em romeno. Por favor, se alguém souber, me fale. Meu e-mail: diguinhobh1@hotmail.com
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Fernando Mazer Fernando Mazer escreveu em 5 de julho de 2006 at 12:02
Sou católico romano, mas quando visito este site, me torno membro da Igreja Una Santa Católica e Apostólica. A cada dia aprendo mais com vocês, irmãos ortodoxos. Fernando Mazer - São Paulo - SP
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Bárbara Nunes Bárbara Nunes escreveu em 4 de julho de 2006 at 13:23
Olá, entrei na Internet em busca de alguma informação qualquer sobre ucranianos no Brasil e encontrei está ótima página. Não esperava obter tantas informações tão úteis e bem organizadas em um lugar só. Parabéns! Bárbara Nunes Rio de Janeiro.
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COMENTÁRIO 791: Muito bom o site, ele aprofunda bem a Ortodoxia. COMENTÁRIO 791: Muito bom o site, ele aprofunda bem a Ortodoxia. escreveu em 3 de julho de 2006 at 21:40
Muito bom o site, ele aprofunda bem a Ortodoxia.
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Antônio Eurípedes Mateus Antônio Eurípedes Mateus escreveu em 3 de julho de 2006 at 19:13
Participo de um encontro de casal e gosto muito de visitar o site porque isto é muito importante para minha vida conjugal. A cada mensagem que leio coloco muitas coisas boas na minha vida, pois antes de participar deste encontro eu era uma pessoa totalmente diferente com minha família, hoje sou outra pessoa em Cristo. Meu nome e Antônio Eurípedes Mateus - Uberaba - MG
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