10º Domingo de São Mateus

Jesus sempre procurou valorizar o pequeno. Aquilo que era muitas vezes menosprezado pelos homens, ele atribuía seu verdadeiro valor e importância. Procurava enaltecer o desprezível, o insignificante e o diminuto. Deu-nos muitos exemplos a este respeito para que pudéssemos aprender a rever nossa posição diante daquilo que é julgado anódino pela maioria. A semente de mostarda, o dracma perdido, a espiga de trigo, a ovelha perdida, o copo d’água oferecido ao sedento, são alguns exemplos que receberam de Deus o valor devido, mostrando-nos que nem tudo o que aparentemente é secundário para o mundo, seja assim para Deus. Ensinou que à criança pura e sensível está destinado o Reino dos Céus; e nos instruiu a imitá-la para que também pudéssemos ser dignos deste Reino. Jesus não era um homem das massas, não gostava de populismos, evitava o ufanismo, procurava orientar seus discípulos que não contassem aos outros a maioria dos milagres; preferia a sutileza da gratidão de um humilde a ser exaltado e homenageado pelos das camadas mais privilegiadas …