HOMILIAS

Pelo Arcebispo IOSIF, Metropolitano de Buenos Aires, Primaz e Exarca da América do Sul – Patriarcado Ecumênico.

No VII domingo da Páscoa, ou no domingo entre a Festa da Ascensão e Pentecostes, a Tradição de nossa Igreja comemora os 318 Padres que formaram o Primeiro Concílio Ecumênico de Niceia, em 325.

Prima facie, poderíamos pensar que a coerência e a conexão entre as leituras evangélicas que vinham sendo lidas a partir da (I) Páscoa (II) Tomé, (III) Miróforas, (IV) Paralítico (V) Samaritana, (VI) Cego tivesse sido quebrado – ou diluída – neste domingo, onde nenhum “signo ou sinal” da era messiânica é comemorado, como acontecia nos últimos domingos. A perícope evangélica é tirada da Oração Arquissacerdotal de Cristo e nos dá a chave de leitura e interpretação de toda essa sequência de domingos, da Páscoa ao Pentecostes.

O período da Festa da Páscoa (quarenta dias) é também uma densa e profunda preparação panegírica para a festa de Ascensão, mas sobretudo para a festa de Pentecostes. A tônica interpretativa de todos os domingos até os dias de hoje é a “revelação” de Cristo de Tomé até o Cego: de fato Jesus, o de Nazaré, é o ressuscitado, é o Cristo. Os eventos tomados já antes de sua ressurreição, e depois dela, fazem referência direta a todo o processo apocalíptico que, por sua vez, deve ser necessariamente identificado com a “Economia Divina”…

Clique abaixo para seguir lendo a Homilia na íntegra ou baixe o arquivo pdf.

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