Estas três santas eram irmãs, naturais da Bitínia. O brilho e a beleza de suas almas e corpos era  caracterizava estas santas mulheres. Os cuidados e hábitos deste mundo não as ocupava;  em tudo, correpondiam ao que diz a 1ª Epístola a Timóteo: «Quanto às mulheres, que elas tenham roupas decentes e se enfeitem com pudor e modéstia. Não usem tranças, nem objetos de ouro, pérolas ou vestuário suntuoso» Por amor a Cristo deixaram a sua pátria e as suas confortáveis casas e foram viver numa colina próximo a uma fonte termal, onde viveram uma vida de ascese, cultivando ainda mais seus espíritos serenos. Por isso, essas santas mulheres foram abençoadas por Deus com o dom de curar as enfermidades, e assim socorriam especialmente os mais necessitados. Quando o governador Frontão soube das atividades destas três irmãs cristãs, ordenou que fosse trazidas. Estando em sua presença e vendo se tratar de três respeitosas mulheres, muito simpáticas, tranquilas e destemidas, mesmo diante dele, o monarca  ficou muito impressionado e, temendo-as, ordenou que fossem torturadas.Com grande coragem elas suportaram o martírio e entregaram seus espíritos a Deus no ano 290. O governador queria queimar os corpos dos mártires, mas uma chuva torrencial apagou o fogo, e os corpos das Santas Mártires foram retirados pelos cristãos e sepultados com grande respeito.

Tradução e publicação neste site
com permissão de
Ortodoxia.org
Trad.: Pe. André

 

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