Santa Julieta era uma cristã natural de Lacônia. Ficando viúva, assim permaneceu, vivendo uma vida de absoluta dedicação à educação piedosa de seu pequeno filho Kirikos. Quanto teve início a perseguição aos cristãos por Diocleciano, Julieta tomou seu filho, mudando-se para outra cidade distante dali, para estar a salvo das perseguições. No entanto, a mão do tirano não tardou em chegar aonde se encontravam e, novamente, tomando seu filho nos braços, foi para Taurus na Cilícia. O governador Alexandre, inteirando-se sobre Julieta, ordenou que a detivessem imediatamente. Logo, por diversas vezes buscou persuadi-la a abandonar sua fé e aderir a idolatria. Ao perceber, porém, que fracassara em seu intento, tomou fria e brutalmente de seus braços o menino, atirando-o com força por sobre uma escada, o que resultou na fratura de sua cabeça e conseqüente morte instantânea. Ao assistir tal desgraça, a mãe, angustiada e desesperada, lhe disse: «Governador, do mesmo modo como quebraste a cabeça de meu filho, tua falsa religião se quebrará. Enfurecido por estas palavras, o tirano, depois de torturá-la, decapitou Julieta. Isto aconteceu por volta do ano 296.

Tradução e publicação neste site com permissão de: Ortodoxia.org
Trad.: pe. André

 

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