Nos primórdios do Cristianismo, os fiéis do Oriente professavam grande veneração à Santa Aquilina, e seu nome aparece em quase todos os martirológios. São José, o Hinógrafo, compôs um ofício especial em sua honra com um hino em acróstico, isto é, a primeira letra de cada verso, na sucessão vertical, presta um louvor à santa, que o autor chama a sua mãe espiritual.

Aquilina era natural de Byblosa, Fenicia, filha de pais cristãos e batizada por Eutálio, bispo daquela diocese. Quando estava com doze anos, teve início a perseguição de Diocleciano, e a menina foi detida e levada perante o juiz Volusiano. Tendo confessado abertamente a sua fé, e quando todas as ameaças resultaram inúteis diante da postura firme e fé inquebrantável da santa, foi esbofeteada pelos soldados, açoitada com chicotes e, por fim, decapitada. A cabeça e o corpo da pequena mártir foram jogados nos campos, longe da cidade. Diz a tradição que um anjo apareceu e, juntou o corpo à cabeça de Aquilina, devoulveu-lhe à vida. No dia seguinte, retornando à cidade, Aquilina se apresentou diante do juiz Volusiano. Este, ao ver a sua vítima viva diante de si, ficou paralisado e mudo de assombro, porém, tão logo se recompôs, ordenou que a menina fosse novamente levada à prisão e decapitada. No dia seguinte, porém, quando os soldados entraram na cela para executar a sentença, encontraram Aquilina morta. O juiz insistiu para que sua ordem fosse levado a cabo. Os soldados executarm então a terrível sentença, decapitando pela segunda vez a menina e,em vez de sangue, do corte brotou leite.

Tradução e publicação neste site
com permissão de Ortodoxia.org
Trad.: Pe. André

 

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