O Patriarca Ecumênico Bartolomeu na Divina Liturgia com o Arcebispo Elpidophoros, da América, e o Arcebispo Makarios, da Austrália, em Istambul, domingo, 12 de maio de 2019 (Foto: AP / Lefteris Pitarakis).

Tendo chegado mais uma vez a grande festa da Natividade do Senhor, glorificamos com hinos e cânticos espirituais Àquele que se esvaziou por nossa causa e assumiu nossa carne para nos redimir do cativeiro do mal e para abrir-nos as portas do Paraíso para a humanidade. A Igreja de Cristo se alegra ao experimentar liturgicamente todo o mistério da economia divina e recebe uma amostra da glória do Reino escatológico, oferecendo um bom e piedoso testemunho de fé, esperança e amor e no mundo.

O caráter da Igreja, embora «não sendo do mundo», não a isola da realidade histórica e social, mas inspira e fortalece o testemunho. A Igreja, então, sendo sempre referência ao destino eterno do homem, atende às suasnecessidades existenciais, derramando, como o bom samaritano, «azeite e vinho» sobre suas feridas, tornando-se o «próximo» para todos aqueles que «que caem em meio aos ladrões» (cf. Lc 10:25-37), curando as «doenças culturais» contemporâneas e iluminando a mente e o coração das pessoas. Como presença do Espírito Santo na vida dos fiéis, espiritualidade significa testemunhar em palavras e obras aquela esperança que há em nós, e que não não tem nada a ver com a introversão estéril. O Espírito Santo é o Doador da vida, a Fonte do bem, o doador de dons, a vida e a luz. O cristão é um ser humano entusiasmado, apaixonado, que ama a Deus e a humanidade, ama a beleza, é ativo e criativo.

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