S. Santidade Bartolomeu I,  Patriarca Ecumênico

“Como todos sabem a igreja da Apresentação de Nossa Senhora foi também atingida pelo bárbaro atentado ao consulado britânico de Istambul um ano atrás, tendo sido muito danificada e impossibilitada de ser utilizada. Mas hoje, não somos vítimas apenas dos terroristas, mas também das autoridades deste país, pelo injustificável adiamento da concessão da licença necessária para a reconstrução da igreja. Não pedimos indenização e nem tratamentos de favor. Apenas fizemos o pedido e exigimos em plena legitimidade como cidadãos pacíficos deste país, um país que quer ser acolhido na União Européia, o que é um direito para cada um de seus cidadãos”. Com estas palavras o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, no dia da Apresentação de Maria no Templo, dirigiu-se aos seus fiéis. A notícia foi publicada na seção on-line da revista italiana Espresso por Sandro Magister, que logo depois informou outros pontos de discórdia entre a comunidade ortodoxa e o governo: “No início de dezembro, sem qualquer explicação plausível, as autoridades turcas proibiram o bispo grego ortodoxo de Miron de celebrar a missa (Divina Liturgia), como todos os anos, nas ruínas da venerada igreja de São Nicolau Miron, na Ásia Menor. Além disso, nos mesmos dias, a Corte Suprema Turca negou ao Patriarca os direitos de propriedade de um orfanato das Ilhas dos Príncipes, depois de já ter dado o veto, dois meses antes, à restituição ao Patriarcado do Seminário teológico de Halki, confiscado e fechado há mais de trinta anos atrás: restituição inutilmente prometida, no início do ano passado, pelo primeiro-ministro Erdogan”.


Fonte: Revista 30Dias

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