Um só dos monastérios abertos tem capacidade para abrigar 270 pessoas infectadas pelo novo vírus

A Igreja Ortodoxa da Romênia (IOR) abriu já vários monastérios para servirem como lugares de quarentena para os doentes de Covid-19 ou pessoas que possam estar em risco de infecção.

Mosaico exterior na catedral patriarcal romena, em Bucareste Roménia). (© Pudelek (Marcin Szala)/Wikimedia Commons)

Segundo a agência Basílica, que pertence à IOR, vários arcebispados da Igreja Ortodoxa Romena – que abrange 85 por cento da população do país – colocou à disposição diversos espaços que permitem albergar centenas de doentes, em todo o país.

Segundo a mesma fonte, um dos casos em que esta cedência já se verificou foi o do Arcebispado de Cluj, com jurisdição sobre várias províncias da região da Transilvânia, que cedeu espaço num monastério, com capacidade para 270 pessoas.

Além de ter aberto esses lugares, a Igreja tem também apoiado a distribuição de comida e produtos de higiene a pessoas vulneráveis, que estão em regime de isolamento. À semelhança do que tem sucedido em outros lugares, a Igreja também tem procurado dar apoio espiritual aos fiéis: em muitos casos, a celebração da eucaristia e outros atos das paróquias estão sendo transmitidos pela internet.

Até este momento, a Romênia tem 184 casos confirmados de coronavírus, mas não há registo de mortes.


Fonte: Dom Total 

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