Prof. Dr. Dr. Iosif Bosch, Bispo de Pátara
Patriarcado Ecumênico

(…) Homo viator: o homem que caminha continuamente, se move, procura, busca, refaz um caminho relacional sem fim; homo viator: imitatio Christi! trata-se de curar continuamente os estigmas do antigo exílio através de um itinerário que exige que excedamos nossos próprios limites – a própria terra – e adentremos na terra do outro; não como invasão ou intrusão, não!, mas para convidar o outro a que entre também em nossa terra e juntos a compartilhemos.

Uma vez que abandonamos nossos limites – nossa natureza «egótica» -, avançamos então em uma direção que vai se abrindo e se sedimentando no caminho – no sair, no andar, no caminhar, enquanto se caminha – em convergir com o outro em uma terra, em uma extensão que agora é comum a todos em virtude da operação crística . É uma jornada dramática e kenótica, mas não como antes, porque agora é ao mesmo tempo purificante e edificante, gloriosa e que aperfeiçoa; agora é um caminho «paradoxal», uma vez que a transcendência metafísica incriada encontra sua «contrapartida ontológica » na contingência criada, enquanto a recria continuamente, aperfeiçoando-a e evoluindo-a em direção à sua conclusão final.


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1 comentário

  1. wallace silva disse:

    Adorei o texto, uma ótima reflexão. Parabéns.

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