Partes do muro de separação construído sobre as terras confiscadas aos palestinos. Foto: Sean Hawkey/CMI:

24 de novembro de 2017 — Durante sua reunião em Amã (Jordânia) de 17 a 23 de novembro, o Comitê Executivo do Conselho Mundial de Igrejas publicou uma declaração na qual expressa preocupação com a maneira com que que as instituições e as propriedades da Igreja em Jerusalém se veem ameaçadas como consequência de contratos de legalidade questionável, os esforços de grupos de colonos radicais e as políticas do Governo de Israel.

«O Comitê Executivo manifesta a sua solidariedade e apoio aos esforços encaminhados à que a Igreja mantenha a posse e o controle das propriedades em Jerusalém, incluindo propriedades que estão atualmente em disputa na área do portão de Jaffa, com vista a a sobrevivência futura da presença cristã na região», expressa a declaração.

O Comitê Executivo também expressou preocupação séria sobre iniciativas legislativas que estão sendo debatidas no Knesset e que dariam a Israel a autoridade para anular históricos direitos eclesiásticos de propriedade/arrendamento.

«Existe o perigo de que as iniciativas que ameaçam o frágil conjunto de relações, direitos e obrigações históricas que estão incluídas nos acordos do status quo desestabilizem ainda mais a situação em Jerusalém e Terra Santa», pode-se ler na declaração.

O Comitê Executivo exigiu a retirada dessas iniciativas.

Leia o texto completo da declaração sobre Jerusalém e o statu quo (em inglês)


Fonte: CMI

 
 

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