O Evangelho do Sétimo Domingo de Mateus evoca, em palavras sucintas, mas dinâmicas, a chegada ao mundo do profeta que anuncia a instauração do Reino de Deus: Jesus de Nazaré. Para isso percorria as cidades e povoados, pregava o amor e o perdão, proclamava a Boa Nova, curava os enfermos, revelando em cada gesto, o amor misericordioso e a ternura do Pai. É recorrente a situação de cura de deficiências físicas e outras enfermidades no Evangelho proclamado nas últimas semanas e nas que seguem. Jesus é o Divino Médico que, movido pela compaixão, restaura a integridade da pessoa humana. Neste domingo, Jesus opera a recuperação da visão a dois cegos e solta a voz a um mudo que imploram por sua compaixão. Estes gestos revelam a origem do poder em nome do qual age. O texto parece mais revelador em Mt 11,20-24 quando o Senhor constata a incredulidade do povo face ao descaso e indiferença para com a manifestação de Deus naquele lugar. «Ai de Ti… porque se em Tiro ou em Sidônia tivessem sido realizados os milagres que em vós se realizam, muitos teriam se arrependido…» Os milagres e as curas são um convite ao arrependimento e a conversão, tema central de sua mensagem: «Arrependei-vos porque está próximo o Reino de Deus» (Mt 4,17). Há uma estreita conexão entre as curas e a pregação do Reino de Deus.

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